Ricardo Oliveira
O tempo e a poesia como essências da alma
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"Era a tarde, por volta de duas e quinze, e não para de me convencer de que seus traços são de uma sereia encantada".

Ainda tenho condições de sentir o mar e todos os seus afluentes, perceber em mim, um pouco de amor. Quando te vi, saindo de algum lposso garantirugar que não conheço, estava cheia de vida e de liberdade. Quem era? Eu não faço a menor ideia, mas posso garantir: o sorriso era de quem estava quase desejando sair das profundezas da águas de um coração pulsante. 

Infelizmente, não pude sair correndo em sua direção, entretanto, os olhos meus foram direto para ver o seus cabelos loiros, dos quais despertaram o som da lua e seu brilho. Era a tarde, por volta de duas e queinze, e não para de me concencer de que seus traços são de uma sereia encantada. Uma viva lenda, um mito apenas, numa fração de segundos, veio a desapaecer diante de mim.

Agora, estou em casa! E os pensamentos se levam ao grau máxima da inspiração, e expiro e inspiro ao fechar as palpebras, lembrando do rosto irreconhecível. Irreconhecivel, sim, pois não tenho completamente a manisfestação dele como algo nitido. Ah, quero aventurar outra vez! Nesta aventura, abrir os novos horiznontes antes que seja tarde demais. Tarde demais para concluir o inconcluido: a existência.

Deixo assim, as flores e seus aromas nesta carta romancista de quem muito tem escrito nos últimos anos. Também, uma gota de orvalho do tempo...tempo infinito e misterioso para nós. Tempo precioso a todos. Não vou lamentar nada, por compreender momentos estes a qual tive,
hão de surgir novamente. Se derem licença, preciso finalizar-lo, tendo a certeza de uma próxima vez.

CARTA ESCRITA EM 04/01/2020
Ricardo Oliveira (Poeta)
Enviado por Ricardo Oliveira (Poeta) em 04/01/2020
Alterado em 22/01/2020
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